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Estudante de Direito
Rodrigo Meireles
Sorocaba (SP)
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Rodrigo Meireles
Comentário ·
há 11 anos
Cuidado 'boquinha' com o que fala: Seleção de frases infelizes que tiraram o sossego dos ouvintes e desaguaram no Poder Judiciário
Fátima Burégio
·
há 11 anos
Então você não viu a entrevista ?
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Rodrigo Meireles
Comentário ·
há 11 anos
Cristofobia: um sacrilégio hediondo?
Canal Ciências Criminais
·
há 11 anos
Usar da figura da Igreja e de Cristo para ganhar votos, subir numa carreira política, ficar rico, isso sim é "cristofobia".
O cara pega a sua religião, deturpa ela, fica milionário em cima de fiéis que muitas vezes são pobres, sem condições algumas, e ainda ficam nervosinhos por causa da parada gay.
Esse projeto de lei não faz o menor sentido. E sim, o cara está usando da sua fé pra se promover. Fica esperto cara.
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Rodrigo Meireles
Comentário ·
há 11 anos
Propaganda de "O Boticário" gera reação homofóbica na web
Elane Souza Advocacia & Consultoria Jurídica
·
há 11 anos
Eu cresci nessa geração TV/internet e vi de tudo, e meus pais nunca conversaram sobre minha sexualidade. Nem por isso me tornei homossexual, e ninguém vai se tornar um vendo uma propaganda
Mas seria bom os pais conversarem com os filho e dizer que é a favor ou contra essas coisas, ai vai de cada um. Mas se tem uma coisa que não acontece na suposta família brasileira, é uma conversa sobre os mais variados assuntos.
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Dimas Carneiro
Comentário ·
há 11 anos
Juiz redige decisão em linguagem coloquial para combater "juridiquês"
Ylena Luna
·
há 11 anos
Exerci a judicatura, durante 31 anos, com a preocupação de que as minhas decisões fossem facilmente entendidas por todos, principalmente as partes do processo, tanto a vencedora, como também a sucumbente e, para isso, procurei utilizar, sempre, vocabulário não vulgar, que não maltratasse o idioma Português, mas também não vernaculizado a ponto de ser de difícil compreensão e, ainda, valendo-me de poucos termos em latim, apenas na medida do mínimo necessário à sintetização. Respeitada a admirável erudição de ilustres colegas capazes de produzir verdadeiras obras literárias quando sentenciam, acredito que é mais apropriado ao magistrado expressar-se de forma clara, acessível ao cidadão comum e, por isso, concordo plenamente com a reivindicação de acessibilidade da linguagem jurídica, porque o Judiciário, como instrumento de paz social, precisa ser acessível, para tentar convencer a sociedade da efetiva produção de justiça, ou, pelo menos, que isto se procurou fazer, principalmente aqueles que litigam em juízo.
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Wclesio Santos
Comentário ·
há 11 anos
Juiz redige decisão em linguagem coloquial para combater "juridiquês"
Ylena Luna
·
há 11 anos
Não sou do meio jurídico, mas como cidadão posso emitir meu pensamento: Seria muito medíocre para mim, como cidadão brasileiro, associar minha valorização profissional ao uso de termos técnicos (escritos ou falados) que a maioria das pessoas não entenderiam sem um intérprete. Penso que o valor de uma pessoa ou de uma classe profissional está mais associada ao desempenho de seu trabalho perante à sociedade.
Quanto maior e mais fácil o entendimento do que se fala, mais eu confiaria numa pessoa, quer seja ela um médico, advogado, juiz, administrador ou qualquer outro profissional.
Alguns dizem: "Palavras difíceis de serem entendidas servem apenas para fazer pensar que, quem as proferem são mais inteligentes que os demais, quando na verdade, geralmente é simplesmente por falta do que dizer.
Abraços.
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Luis Carlos Picoli
Comentário ·
há 11 anos
Tomara que Deus não exista
Everaldo Brizola Batista
·
há 11 anos
Senhor procurador. Eu como servidor público do estado de Mato Grosso do Sul (professor) estou muito orgulhoso da sua atitude e de seu pronunciamento.. Parabéns, pois precisamos de homens e mulheres assim igual ao senhor. Repito novamente: P A R A B É N S.
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